POBRE MAS CULTO

•abril 28, 2011 • Deixe um comentário

 

Num dia com muito Calor, no trânsito em São Paulo, tudo parado.

 

De um lado, uma Mercedes com vidros fechados, ar condicionado ligado, uma madame e motorista;

Do outro lado, em um fusquinha, um gordinho, com os vidros abertos na direção, todo suado e a barba por fazer…

 

O gordinho xinga, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito, até que a madame baixa o vidro do Mercedes e diz:

 

- ‘A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes!’: Shakespeare, em ‘Macbeth’.

O gordinho não deixa barato:

 

- ‘Vá tomar no ʡ§£¥µ !!!’: Nelson Rodrigues, em ‘A vida como ela é’.

 

(Recebi de um amigo, ri muito e estou compartilhando)

A IDADE DE SER FELIZ

•agosto 29, 2010 • 1 Comentário

Faça de cada novo dia um brinde à vida

Nesse breve e tão sábio texto, nosso querido Mário Quintana faz uma exortação à importância e necessidade de não protelarmos nossa felicidade com desculpas tacanhas, ou em função de outras pessoas e/ou circuntâncias. 

A IDADE DE SER FELIZ
(Mário Quintana)

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,  somente ente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

Abreijões carinhosos da

Kika Krepski®.

SEREMOS NÓS MULHERES TODAS IGUAIS?

•agosto 18, 2010 • Deixe um comentário

 

“Será que os homens nos vêem iguais?”

Geralmente as mulheres hostilizam as exs de seus partners, independentemente da sequência em que ficaram com ele. Errinho crasso esse com o qual só se perde…

That’s it dear…  Geralmente as mulheres não podem nem ouvir falar o nome da ex de seu companheiro.  Quem nunca passou por isso que dê a primeira bolsada…  Eu passei.

 Tive um namorado cheio de manias, não-me-toques e não-me-reles…  Mas na época ele parecia o homem perfeito: Culto, educado, falava demais em seu quadro de valores, demonstrava querer progredir muito… enfim, era folhetinesco o cidadão!  Tão folhetinesco, que não me causava estranheza os refluxos gástricos que o acometiam após cada refeição, nem a mania de ficar assobiando uma canção enquanto me olhava de soslaio…  Muito menos suas ideias de empreendedorismo geniais que nunca resultavam em alguma coisa. E nada significava um homem ter passado dos 50 anos, sem profissão, emprego, dinheiro ou residência própria…  Afinal ele tinha grandes projetos! Muitos projetos! E mais projetos…

Todavia, EU era a felizarda de ter um namorado que me escrevia poesias tão belas, me tratava por nomes meigos e carinhosos, dentre eles “bonequinha”…  Elegeu uma música maravilhosa como nossa canção, e  me presenteava de forma original e de muito bom gosto: Arranjos de rosas colombianas, perfumes elaborados com raízes nativas dos reconditos desse Brasilzão…

Mas, como não há mal que não se acabe e nem bem que sempre dure, um dia ele disse que não gostava mais de mim como namorada e o castelo ruiu…  Nossa, que tristeza, parecia o fim de tudo!

Para minha surpresa, aquele homem que tanto me amou, logo surgiu com outra, e fez questão de tornar o fato público, enquanto fomentava uma discórdia silente entre a moça que eu eu nem conhecia e eu. O Resultado foi de que não podíamos nos ver nem via internet, de tanta bronca que sentíamos uma da outra…

Mais alguns anos se passaram, e percebi que a moça já estava também com outro namorado e a procurei. Aproveitei o fato de ela ter criado o site www.fofastudodebom.com, para parabenizá-la pela iniciativa.

Qual não foi minha surpresa descobrir que se tratava de uma pessoa fantástica, super legal, e que hoje é miguíssima minha…

Rimos muito ao descobrirmos que nossa música era a mesma, os presentes foram os mesmos, os apelidinhos também os mesmo (não é bonequinha? kkkkkkk), o tempo de namoro foi o mesmo, os projetos eram os mesmos,e até a desculpa para terminar com ela foi a mesma que usou comigo, também reaparecendo já morando com outra… (outra bonequinha certamente, kkkkkkkk)…

Hoje nos resta uma dúvida, já que nunca havíamos sido amigas íntimas da ex de um ex (ex comunitário, rsrsrs): Os homens são todos assim mesmo, sem sensibilidade nem criatividade, ou namoramos um psicopata que escreveu um roteiro e criou uma personagem que segue fielmente com quer que cruze seu caminho?

Seja qual for a resposta, quem lucrou fomos nós, pois  hoje desfrutamos de uma amizade invejável e construtiva, além de rirmos muito dessas picuinhas pelas quais tantas mulheres choram!

Abreijões da

Kika Krepski®.

 

Kikices e Koisas de Kika

•julho 6, 2009 • Deixe um comentário

Passar uma tarde de primavera num café parisiense, flertando com o sol e fofocando com a melhor amiga, visitar algumas Maisons e fazer comprinhas básicas… Tornar-nos pagãos esquecendo a culpa que os credos nos trazem e, como os gregos, cultuar o hedonismo…
Brindar a vida com tudo que ela nos oferece, tranformando o que for bom em melhor, e o que for ruim em cômico…
Isso é Kikice, é Koisa de Kika… 
Vamos fazer muuuiiito disso por aqui!
Aguardem a segunda quinzena de julho…
Uh-lah-lah!

Abreijões da

Kika Krepski®.

 
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